Cooperativismo Catarinense

HÍBRIDOS DE MILHO

Técnicos e membros do Comitê Tecnológico Copercampos avaliam híbridos de milho

A equipe técnica da matriz e de Curitibanos da Copercampos, juntamente com associados membros do Comitê Tecnológico Copercampos – CTC, realizaram em 10 de fevereiro, avaliações de híbridos de milho implantados no Campo Demonstrativo da cooperativa, em Campos Novos/SC.
Durante o giro técnico, os profissionais e produtores, debateram situações climáticas e de desenvolvimento da cultura do milho, especialmente quanto a doenças de solo, sanidade das plantas e ataque de pragas, como percevejo e a cigarrinha do milho, praga que pode causar danos indiretos que geram perdas expressivas na cultura, pela transmissão de fitopatógenos como os molicutes, Fitoplasma (Maize bushy stunt phytoplasma) e Espiroplasma (Spiroplasma kunkelii), sendo estes, os agentes causais do enfezamento do milho, e do Raiado Fino (Maize rayado fino-MRFV).
Percorrendo o ensaio de híbridos de milho, os participantes puderam identificar materiais suscetíveis e também os mais resistentes as situações encontradas nesta safra, como por exemplo, estresse hídrico na semeadura, excesso de umidade e falta de luminosidade no florescimento e enchimento de grão.
De acordo com o Gerente de Assistência Técnica e coordenador do Campo Demonstrativo, Eng. Agrônomo Fabrício Jardim Hennigen, este giro técnico possibilitou a troca de experiências e também permitirá que os produtores e técnicos façam escolhas assertivas de híbridos de milho para a próxima safra, pensando em sanidade de colmo e ataque de pragas, por exemplo.
O associado, Eng. Agrônomo Gabriel Bilck, ressaltou a relevância do evento para que os produtores possam se preparar para a próxima safra de milho.

“Esse encontro técnico veio em boa hora por que esse advento de ataques severos da cigarrinha do milho e do complexo de doenças que ela transmite é uma novidade para todos os produtores da região, que não sabem lidar com o problema e não veem soluções viáveis para esta safra, visto que o dano desse ano já está instalado. O encontro possibilitou atualizações de manejos que podem ser planejados para o próximo ano, e iniciados já durante a entressafra visando diminuir a severidade do ataque durante a safra 2021/22”

, comentou Gabriel.

Fonte: Comunicação da Copercampos

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