Cooperativismo Catarinense

INAUGUARAÇÃO 2

COOPERATIVISMO AGROPECUÁRIO: Cooper A1 abre oficialmente unidades em Frederico Westphalen e Vicente Dutra, RS

“Viemos para somar e fortalecer o cooperativismo”

, disse o presidente da Cooper A1, Elio Casarin, durante a abertura oficial das novas unidades da cooperativa no Rio Grande do Sul, em Frederico Westphalen e Vicente Dutra.

O evento de inauguração foi nesta sexta-feira, dia 16/10 e, devido a pandemia, envolveu somente dirigentes da cooperativa e autoridades locais. Agora, a cooperativa soma nove unidades em funcionamento em solo gaúcho (Ametista do Sul está em construção). Ao todo, a Cooper A1 possui filiais em 21 municípios de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

As novas unidades passam a atuar com estruturas modernas de recepção, recebimento e armazenagem de grãos, loja agropecuária e escritório administrativo. A aquisição se deu, principalmente, para fomentar o recebimento de cereais na cooperativa, abastecer as três fábricas de rações com matéria-prima de qualidade e agregar valor à produção dos cooperados. As unidades somam uma capacidade de recebimento de 240 mil sacas de milho, soja e trigo. Agora todo o complexo de estocagem de grãos da Cooper A1 soma uma capacidade de 160.132,98 toneladas ou 2,6 milhões de sacas.

Flavio Coletto, gerente das unidades, afirmou que Cooper A1 e cooperados trabalharão juntos para ganhos coletivos. A presença, trabalho sério e comprometido da cooperativa, segundo Flávio, fazem com que toda a economia local ganhe.

“A contribuição da cooperativa para com esses municípios é grande, e as unidades são funcionais para atender com qualidade nossos produtores e prestar serviços que atendam as expectativas”.

O presidente Elio Casarin ressaltou o comprometimento da Cooper A1 com o desenvolvimento dos pequenos produtores rurais e dos municípios onde a cooperativa atua. Segundo ele, está na essência levar desenvolvimento e inovação agropecuária também aos municípios do noroeste gaúcho.

“Quando iniciamos nossas atividades no Rio Grande do Sul, a pedido de lideranças da região, trabalhamos para fazer a diferença e fazer evoluir a agropecuária regional. Hoje, podemos afirmar que existe ‘antes e depois’ da cooperativa, o que nos dá um grande orgulho e nos faz investir de maneira contínua”

]. Segundo Casarin, hoje, todas as estruturas em solo gaúcho são próprias e, somente nos últimos anos, os investimentos passam de R$ 100 milhões.

Fonte: Comunicação Cooper A1

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